A ESCRITORA


Olá! Eu sou a Mi; Michelle.

Eu tenho minhas primeiras memórias com tudo envolvendo a escrita quando eu penso sobre minhas brincadeiras de barbie, a coisa era séria, era uma novela e já teve trilha sonora. Depois disso, eu escrevia umas historinhas com desenhos, só para mim. Depois, eu tive que sentar no computador e escrever.

Eu tinha sonhos sobre as histórias, bom, ainda tenho. Sonhos acordada e dormindo.
Escrever me ajuda sempre, nesse trabalho longo de lidar com nossas limitações e traumas, e eu tenho essa esperança de que venha a ajudar mais alguém, só uma pessoa, só algumas palavras... E é suficiente.

Quando eu perdi meu pai, comecei a escrever A Memória, que foi publicada em uma trilogia, abordando alguns problemas psicológicos, e falando de trauma, me vi refletindo no texto sobre todas as pressões que nos fazem nos sentir doidos, outsiders, patinhos feios, tão diferentes, e também pensando em como não estamos sozinhos em tudo isso. Talvez esse seja um tipo de tema que sempre vai me seguir de alguma forma.

Então romances vieram cedo, o começo de criar poesia veio depois de realmente descobrir a poesia com infinitas possibilidades. E ela, poesia, está por todo lado, todo mesmo, como já disseram num filme francês preto e branco: você sabe o que transforma escuridão em luz? Poesia.

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